07 maio, 2011

Essa vai ser a segunda postagem séria que farei nesse blog...

Eu estava vendo o noticiário hoje e ainda mais que é véspera do dia das mães, uma matéria me chamou a atenção que foi a mobilização de 30 dias do caso do colégio do realejo, enquanto eu assistia sobre isso, eu fui lembrando dois fatos que presenciei em minha vida que foi ver a dor de uma mãe ao enterrar seu filho, perdi vários amigos, mas só dois eu tive coragem de ir ao velório: Rafael de Souza Jorge e Lucian de Britto.
E nos dois velórios percebi o quanto dói para uma mãe ver seu filho em um caixão. O sofrimento é muito maior que enterrar pai, mãe ou conjugue.
Quando o Rafael morreu, eu pirei, era o meu melhor amigo da faculdade, o cara era como um irmão pra mim. Mas atualmente já estou recuperado desse choque.
Deparei com uma coisa, como a vida é fácil de ser levada, nunca se sabe o segundo seguinte. Muitas pessoas se lamentam de suas vidas, mas não percebem a chance que tem para seguir em frente. Claro que o medo do amanhã está sempre em nós.
Eu sei que se fosse no meu caso, sei que minha mãe sofreria muito, e mesmo ela sendo sensata, iria demorar para aceitar uma ida de uma vida que ela batalhou muito para cuidar quando ninguem desejava.

Mesmo com isso, lembrei que no anime Yu Yu Hakusho, acontece isso, e em um momento Yusuke Urameshi, impede o sacrificio de uma vida (Shuichi Minamino = Kurama)

vejam o video

Episódio 7


bom, esse video fala tudo o que sinto sobre isso.

Feliz dia das mães

25 fevereiro, 2011

Interessante como o pleonasmo é usado e nem percebemos, afinal de contas entrar pra dentro e sair pra fora é tão normal quanto subir pra cima e descer pra baixo... mas eu acho engraçado várias situações onde uma pessoa fala que está escrevendo com as palavras, é óbvio que vai escrever com palavras já que com desenhos fica difícil, mas mesmo assim quantas vezes ouvimos para respirar o ar? que respirar sólido ou líquido com certeza seria fatal. Ou até mesmo outro dia no hospital eu ouvi uma enfermeira falar que um paciente estava com hemorragia sanguínea, na mesma hora eu pensei "a pessoa vai ter hemorragia de que? de água?" ainda bem que pensei, que se eu tivesse pensado comigo mesmo seria além da conta também. Mas uma das melhores coisas que mais costumo ouvir é a pessoa falar que vai fazer planos para o futuro, lógico que tem que ser planos para o futuro a não ser que ela tenha uma máquina do tempo e volte ao passado e altere tudo. Embora fazer planos para o presente não é fazer, e sim realiza-los.
Agora algo que me espanta é quando você vai em alguma loja e vão presentear com brindes e ainda falam "olha, eu vou te dar de graça essa lembrancinha da loja", claro que vai dar de graça.. senão seria pago.. embora conheço algumas mulheres que dão cobrando, mas aí é outra história.
Então é melhor tomarmos cuidado com o que falamos..

06 outubro, 2010

O jeito que falamos


É realmente interessante falarmos certas coisas automaticamente:


Perda de um objeto: Eu perdi minha caneta
Sempre tem alguem que pergunta "Onde voce perdeu?"
Se analisarmos, se a pessoa perdeu é porque não sabe onde perdeu, senão a caneta não estaria perdida e sim esquecida

Um conhecido aparece com o pé engessado
"Nossa, voce quebrou o pé?"
Eu juro que se isso acontecer comigo eu vou responder "Não seu imbecil, eu estou testando uma bota nova. Gostou do modelo?"


Pleonasmo então nem é necessário comentar, não é?

02 outubro, 2010

Tunel do tempo


É interessante ver como o tempo passa, afinal de contas são anos incríveis que vivemos, passamos por vários momentos da vida, desde ter que ouvir ra-tim-bum quando crianças em festas de aniversários, mas quando ficamos mais velhos essas lembranças acabam afundando no mar fazendo glub-glub e por ai vai. As pessoas crescem, tornando a cada momento da vida literalmente uma profissão perigo, dependendo de como o casal vai amadurecendo acabam se tornando a gata e o rato, mas nada como ter sucesso em uma equipe de uma empresa e se tornar um esquadrão classe a.
Eu ainda me lembro da minha infância, que vivia comendo “chips”, sonhava em ser adulto e ter uma super máquina, aqueles sonhos de criança, onde via imagens de fênix e me perguntava porque uma águia de fogo. Por ser filho de delegado, sempre sonhei em ter uma magnum 45. Mas cresci, fui me tornando um aborrecente, mas eu ainda tinha meus amigos, era literalmente uma galera do barulho no meu bairro. Sempre que anoitecia eu gostava de assistir filmes de terror, nada como desejar uma maldição eterna como sonho de criança para aqueles que eu não gostava. Mas mesmo assim eu gostava de ter as vezes um pouco de sombra, luz e água fresca. Também me lembro quando criança sentava no banco do motorista, imaginando pilotando carros, vivendo uma pole position, mas meu pai era legal, falava: “Desculpe filho, mas você está sem licença para dirigir”. Eu entendia, era criança, os vizinhos? Meus vizinhos são um terror. Crianças que gritavam mais que tudo, qualquer escândalo, eu gostava de viver em silencio. Pelo menos fico feliz que hoje eles esqueceram de mim. Sim, eu era um verdadeiro pestinha na época. Mas eu tive uma mudança de hábito com o tempo, comecei a ver o outro lado da vida. Eu gostaria que minha vida fosse uma profecia. Mas quando comecei a sair com os amigos a noite, nada passava de uma noite alucinante.

Bom, por enquanto é só, mas deixo uma pergunta: o que você identificou de programa de TV ou Filme nesse texto??

26 fevereiro, 2010

Dizem que o melhor amigo do homem é o cachorro, tanto que o melhor amigo da mulher é o cartão de crédito. Mas de qualquer maneira, é uma enorme de uma mentira. Se passar para a ponta do lápis, os 2 dão gastos. Claro que voce não pode comparar o gasto entre um Chiuaua e um São Bernardo. A diferença é atronomica. Igual ao uso do cartão de crédito, os limites variam, mas os resultados nunca são satisfatórios quando chega a fatura. Resumindo, como que podem dizer que essas coisas que dão gastos conseguem ser amigos de alguem? Mas mesmo assim, o cachorro e o cartão são os melhores amigos mesmo. Vou explicar.
Quando o homem está triste, bravo, chateado, depressivo, o cachorro está lá ao seu lado, te olhando com aquela cara de "ei, me dá carinho?" , e o homem, querendo ou não, se sente na companhia de alguem que não se importa com o estado que voce esteja e te acompanha em silencio. Claro que se for um poodle o desgraçado vai latir até voce chutar ele pela janela. Agora com a mulher é interessante. Ela estando feliz, triste, melancólica, depressiva, de bem com a vida, o cartão só vai ser amigo até estourar o limite. E o melhor de tudo, em 99% dos casos, não é ela quem vai pagar a fatura depois. É geralmente o pai, namorado ou marido.
Mas sinceramente o melhor amigo do homem mesmo não é o cachorro e sim a cerveja. Voce dá dinheiro por momentos de alegria, usa ela, e quando não tem mais utilidade troca ela por outra. Agora o melhor amigo da mulher, querendo ou não é o cartão de crédito. Se estourar o limite de um cartão, ela arruma outro cartão e continua sua rotina.

24 novembro, 2009

Transportes públicos nos dias de hoje servem como lição de vida, ou lição de azar. Interessante como os onibus hoje estão organizados, bem confortáveis, um pouco mais seguros. Claro que as catracas de cobrador ainda existem, aquele barulho maravilhos de "cléc cléc" em uma segunda feira as 7 da manhã , com o passageiro morrendo de sono ou de ressaca indo trabalhar anima mais ainda. Mas o legal mesmo é quando está naqueles dias quentes de verão, hora do rush, busão lotado e começa aquela chuva de verão. Até uns 6 anos atrás, os passageiros que estavam em pé quase sendo jogados pela janela tinham que fechar para não se molharem. O problema é que o onibus fica acabafado e sempre tem um sujeito perfumado, com aquele odor totalmente agradavel que faz as pessoas com estomago forte vomitarem. Sem falar dos que aproveitam o cheiro e soltam uns peidos. Esses sim são malvados mesmo. Quem nunca passou por isso está mentindo descaradamente. Pelo menos antigamente era assim. Hoje, com janelas praticamente lacradas, os passageiros nem se importam tanto com a chuva quando acontece isso. Preferem tomar chuva, descer no ponto seguinte e esperar o próximo onibus. Mas do que adianta o cheiro de suor, se tem sujeito mais legal ainda? Os que metem o pé na enxurrada e entram no onibus. Depois fica "splash. splash" dentro do onibus. Azar mesmo é no dia seguinte com o tenis seco, cheirando peixe. Pelo menos esse tipo de pessoa tem o bom senso de não tirar o tenis dentro do onibus. Mas realmente o mais divertido de transporte público é que vemos cada coisa todos os dias, que dá vontade de rir ou de chorar de desgosto.